Ficha Técnica
Título Original: Pro Dia Nascer Feliz
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 88 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2006
Estúdio: Ravina Filmes / Fogo Azul Filmes
Direção: João Jardim
Roteiro: João Jardim
Produção: Flávio R. Tambellini e João Jardim
Música: Dado Villa-Lobos
Fotografia: Gustavo Hadba
Edição: João Jardim
Título Original: Pro Dia Nascer Feliz
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 88 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2006
Estúdio: Ravina Filmes / Fogo Azul Filmes
Direção: João Jardim
Roteiro: João Jardim
Produção: Flávio R. Tambellini e João Jardim
Música: Dado Villa-Lobos
Fotografia: Gustavo Hadba
Edição: João Jardim
ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DO FILME: “PRO DIA
NASCER FELIZ”.
Pro Dia Nascer Feliz, é
um documentário que destaca a vida distinta de diferentes estudantes que vivem
em diferentes cidades brasileiras, com o objetivo de mostrar a realidade do
sistema educacional do país, a situação das escolas, como também a relação que
os professores e alunos têm entre eles e com o sistema de educação, além de
evidenciar como esses problemas podem refletir na sociedade e como a sociedade
reflete na escola.Enfoque
seu olhar nas diferentes realidades trazidas pelo filme que coexistem em nosso
país. Sugiro alguns pontos de que merecem atenção:
1.
OS
PROFESSORES: Todos aparecem no filme com a mesma importância? Perceba que
alguns são professores secundários nas cenas, por quê? Como avaliam seus
alunos? São valorizados? Que relações interpessoais estabelecem com seus
alunos?
2.
OS
LUGARES. A educação pode e deve acontecer em qualquer lugar? Perceba os
diferentes espaços e tempos, a diferenciação social e geográfica, a construção
social dos lugares;
3.
OS
SUJEITOS, a realidade determina os sujeitos? Os sujeitos determinam a realidade?
O trabalho do professor depende das condições por ele encontradas?
4.
Não
deixe de olhar também: a banalização da vida e a presença da violência nas
escolas.
5.
Perceba
um contexto que evidencie a impotência e/ou declínio da educação escolarizada.
6.
Perceba
quais as relações entre escola–família -comunidade exploradas no documentário
Abordagens sobre o Documentário
ResponderExcluirObservando o documentário, percebi como são grandes as distinções entre a escola pública e particular.Porém creio que isso se deve o fato da produção feita em cima do filme. Talvez pela idéia que o diretor quis passar, sensibilizando o expectador e quem também vivencia a jornada na escola.
O primeiro local, eu pude entender que por ser uma das cidades mais pobres do Brasil, além das condições precárias de vida, a escola também sentia o impacto da pobreza e ainda assim as crianças possuíam um certo interesse.
O que me fez sentir uma certa revolta, foi a questão dos professores não darem aulas, simplesmente se tornando ausentes na escola. Sem comparecer, não há avaliação, não há produção. Isso é um péssimo exemplo para os professores que madrugam e vão ao labor de ensinar, pois se um comete erros assim, a classe de professores sofre com a imagem incorreta de um indivíduo que não valoriza a própria profissão. São esses professores que passam a visão deturpada de outros que cumprem seus deveres. Além disso, o documentário também pôde mostrar como os professores encaram os alunos como problema. Eles não se mobilizam para mudar isso. E percebem a condição social deles, mas acham que o problema é o aluno e não a falta de flexibilidade e mobilidade nas ações partidas de si próprio. Cadê a didática desses professores? cadê a busca por "formação continuada"? Já na escola particular eu percebi como os objetivos de jovens são tão, TÃO distintos. Enquanto uns não tem nada e só desejam a educação para ter uma vida melhor, os outros tem tudo, escola da melhor qualidade, ensino de melhor qualidade, mas estão ali simplesmente porque o pai quer que o filho seja alguém que talvez nem ele quer. A pressão é grande por algo que sequer ele escolheu pra si mesmo.
ótimas percepções Renan!
ExcluirSerá que o comportamento dos professores muda dependendo se estão escola privada ou pública? Por que será que os professores da escola pública sentem-se a vontade para não comparecer aos seus locais de trabalho? Não teriam os estudantes da escola pública ainda mais necessidade de aprender e assim galgar melhores condições de vida?
Parabéns pela sua análise!
abraços
Com certeza, atá mesmo a visão a respeito dos alunos também. Mas, generalizando mais, há pouquíssimos professores que fazem seu trabalho por amor, aliás, pra ser bem sincero acho que não há ninguém que faça isso. E então acaba sendo desmotivado mais ainda. É incorreto da parte deles? Sim, porque sabiam como era a educação brasileira e estão fazendo um mal papel para a sociedade como educadores,entretanto eu também consigo notar que é inevitável não sentir isso quando se trata de uma escola pública ou até a particular porque atualmente não parece haver uma melhor ou pior. Enfim, os professores estão super desacreditados, por isso não comparecem, mesmo agora que seria necessário, pois estamos pouco a pouco conseguindo direitos. Todos os estudantes sejam de escola pública ou particular, precisam de bons e competentes professores, de uma educação melhor para garantirem uma vida melhor e sair dessa miséria que o Governo do Brasil nos remete.
ExcluirComentário do filme “Pro dia nascer feliz”
ResponderExcluirDiferenças de realidades são para todos, sendo em uma educação “normal”, mas com locais, lugares, escoas, professores, e alunos diferentes. Diferentes na questão financeira, no social, na igualdade, no familiar, na sociedade, tudo isso interfere e muito. Mas a aqueles que conseguem superar e vencer todas as dificuldades para alcançarem um bom futuro nos estudo, tanto ricos como pobre, a aqueles que tendo educação não se interessam, pela falta de infraestrutura da escola, da família, do local onde vive. Já outro moram nesse mesmo local e seu foco é outro, mesmo com as dificuldades, conseguem prosseguir e alcançar o seu objetivo de tem uma educação, mesmo no meio do caos, pensam no futuro, e conseguem mudar sua geração. Já outros que tem uma qualidade escolar melhor e não aproveitam, entendem que tem tudo de mão beijada, e que não precisam estudar, ou ficar lutando pelo seu futuro. Mas a aqueles que mesmo estudando num colégio com uma infraestrutura boa, se esforça para irem mais alto. Pensam no esforço dos pais, e não os desvalorizam.
Observei no filme a vontade de estudar, mas são bloqueados, condições dos transportes, professores que faltam, desgosto dos alunos, e dos professores, nem professores, nem os alunos não tem uma perspectiva para a educação, e posteriormente o futuro.
Mesmo nas periferias, na cidade (escolas públicas), a falta de profissional da educação é enorme. Já nas escolas particulares não se vê isso com a frequência, pois lá os profissionais, e os pais, querem resultados positivos.
Temos que entender a bolha, onde talvez não se pode ajudar, entendemos dois mundos diferentes, a alto-estima dos alunos, e professores. Infelizmente ou felizmente isso está ai nos nosso lado.
Boa análise Amanda! Parabéns!
ExcluirComentário sobre o documentário: Pro dia nascer feliz.
ResponderExcluirÉ nítido no documentário como o meio social em que os alunos vivem, acabam influenciando na sua vida escolar. Ele nos mostra realidades diferentes e em várias partes do país, porém o que há em comum é que em todas as escolas existe algum tipo de problema, seja no lado emocional, social, financeiro, comportamento de alunos ou infraestrutura, talvez comece aí o desinteresse de professores e alunos.
Esse desinteresse acaba tendo como consequência uma educação ainda mais problemática, é claro que quem mais sofre é a rede pública, pelo fato de ter que se contentar com "aquilo" ali mesmo, já na rede privada a cobrança por bons resultados é maior, mesmo sabendo que nem sempre esses resultados positivos sejam realmente verdadeiros.
A realidade é que,de um modo geral e mesmo com o esforço de alguns, a educação brasileira ainda está longe de alcançar o seu "ideal".
É verdade Sulamita! Sempre há um desafio, mas isso pode ser também interessante. Acredito que não há ideal, que sempre estaremos em busca de melhorias ao longo da História.
ExcluirFoi muito bom, o documentário, porque traz a ideia de mostrar os relatos de estudantes e educadores de como é a realidade das escolas públicas e privadas. O abismo existente na educação brasileira, mostrando as diferenças existentes em cada região e em cada classe social, tanto financeira quanto cultural. Estudantes que enfrentam dificuldades e que lutam para chegar à escola; a dos que estão em contato com uma situação de violência e criminalidade e aqueles ligados à elite, que enfrentam “problemas” para harmonizar a vida social as exigências escolares. Com relação as escolas, também apresentam contrastes entre as diferentes realidades: de um lado, escolas com estruturas precárias, escola distante, o transporte oferecido para esses estudantes também é precário, onde viajam horas até a escola em um ônibus que não dispõe de assentos para todos os estudantes, sem segurança e muitas vezes ele quebra e com isso não podem ir à escola. Como se não bastasse ao chegarem à escola os estudantes convivem com um lugar muitas vezes sem água, sem banheiro com o mínimo de higiene e por outro lado escolas com estruturas modernas. O que eu percebo, é que os professores de escolas públicas são sujeitos a educar em condições precárias desde falta de água, de segurança, falta de verbas, até casos de violência. Já os professores de escolas particulares desfrutam de um alto salário e um ambiente agradável e prazeroso. Nesse documentário ele passa a conhecer professores que não tem mais estímulos de dar aula, professores que encaram a sala de aula como um pesadelo onde eles não são respeitados e tem que suportar xingamentos e até mesmo serem vistos como inimigos. Uma situação que levam muitos aos calmantes e antidepressivos, por causa de xingamentos, ofensas, descasos, entre outros. Ficam com um discurso do aluno e o discurso do professor: de um lado, alunos que culpam os professores, visto que estes faltam muito do outro, professores que culpam os alunos, alegando que estes vão a escola sem o propósito de assistir as aulas.Diante de tudo isso o desinteresse dos estudantes ao estudo prevalece, estudantes frutados sem sonhos, sem objetivos, resultando na criminalidade, no mundo das drogas. E também na falta de compromisso por parte do professor em está presente na escola para suas aulas. Diante de tanta precariedade no setor, é reconhecível que estes professores já não tenham mais entusiasmo pela prática de ensinar.
ResponderExcluirMuito rica sua percepção acerca do trabalho do professor! Parabens!
ExcluirO documentário mostra alguns ambientes escolares e consequentemente a realidade nestes. É possível observar que esta realidade da escola e da sociedade em que os discentes estão inseridos são alguns fatores que influenciam no processo de ensino-aprendizagem dos mesmos. É possível notar no documentário “Pro dia nascer feliz” que apesar das diferenças, todas as escolas possuem problemas, seja ele de infraestrutura, financeiro, social ou emocional.
ResponderExcluirEnfrentar esses diversos problemas, em grande parte dos casos acaba desmotivando os professores e alunos, tornando assim a educação problemática. Mas, apesar de todas as dificuldades sempre há aqueles que se destacam, lutam por uma educação de qualidade, seja professor ou aluno.
Sabemos que a educação brasileira está longe de ser perfeita/ideal, para que isto ocorra, talvez seja necessário que todos vejam a escola como algo fundamental.
É isso mesmo Shirlene, a escola é uma construção social e não um destino!
ExcluirO documentário “Pro Dia Nascer Feliz” mostra as diferenças dos ambientes escolares de alguns estudantes com diferentes classes sócias, e em diferentes cidades do Brasil.
ResponderExcluirPercebe-se as diferentes realidades das escolas publicas e privadas do nosso país, a importância que e dada ao professor, as condições de trabalho, a infraestrutura das escolas.
As escolas públicas mostram uma realidade muito precária, pela falta de investimento do governo, a falta de compromisso de alguns professores e alunos. Mais nem sempre a estrutura escolar é a grande culpada pelo não desenvolvimento escolar isto é intensificado pelo documentário, quando mostra os alunos que têm compromisso com a escola e com o seu aprendizado, não importa se ele estuda numa escola publica ou privada, mas sim o seu desejo de aprendizagem.
É verdade Lu, os estudantes são muito imporatntes para um projeto compromissado de aprendizagem!
ExcluirO documentário “Pro Dia Nascer Feliz” é um relato vívido da educação no Brasil, que apesar de ter melhorado muito quantitativamente deixa muito a desejar em qualidade. Quanto às escolas públicas são demonstradas em várias regiões. Desde de no interior do nordeste, onde o maior problema é a falta de recursos para as escolas e o desinteresse do corpo discente, até escolas de centros urbanos nas quais a violência e a criminalidade são uma rotina. Dentre as entrevistas com os alunos é possível notar que o tráfico de drogas é visto como umaa das poucas opções e melhorar a situação.
ResponderExcluirEntre os professores mostrados é possível perceber a desmotivação causada pelas más condições de trabalho, baixa remuneração e, principalmente, pela falta de sentimento de pertencimento com o ambiente escolar.
Por outro lado, o documentário mostra uma escola particular de São Paulo onde, como os peóprios alunos se descrevem, a “elite econômica brasielira” estuda. Tudo é diferente. Entre os alunos as preocupações não são com a vida diária, mas sim com questões que só quem se sente seguro encontra tempo para pensar. A violência é vista de fora, como algo que assusta mas que não pode tocar. Todos eles tem futuros garantidos e segurança.
Sendo assim, o documentário é um retrato da desigualdade que permeia a sociedade brasileira. O melhor e o pior são apenas questões geográficas e de nascimento.
Que bela análise! Nanda, o projewto de escola para todos deveria servir para dimunuir a desigualdade social e não ampliá-la, não é verdade?
ExcluirFelicidade: onde encontrá-la?
ResponderExcluirHá felicidade em morar num barraco na favela, andar horas talvez, com fome, para chegar num local denominado escola, onde os professores, quando estão presentes, pouco se importam com a vida do aluno ou com o conteúdo ensinado?
Há tristeza em residir num apartamento de luxo, com banquetes servidos aos montes, com um bom carro para ser levado para a melhor e mais cara escola, a fim de encontrar os professores mais qualificados e bem pagos que se preocupam com sua vida e se interessam por ministrar um bom conteúdo?
Há quem diga que sim!
Ser feliz, não necessariamente, é ter riqueza. Mas, em condições precárias, ser feliz se torna muito mais que um estado de espírito. É lutar pela vida, é se fazer sujeito formador de sua trajetória.
E no auxílio dessa formação estão envolvidos o sujeito, a família, a escola, a sociedade. E quando um desses pilares se abala, torna-se quase impossível alcançar o progresso.
Neste sentido, temos o professor, sujeito às intempéries do dia a dia, coabitando com diversas histórias, sendo mais do que aquele que ensina um conteúdo, tendo a possibilidade de ouvir, aconselhar, conciliar, participar da vida do aluno.
Mas tudo isso depende de ambas as partes; as relações professor-aluno são, muitas vezes, marcadas por conflitos, aversão ao papel do educador, a pouca importância que se dá ao trabalho docente, e em grande parte são retratadas em escolas públicas, num local onde a sociedade é pobre, onde a marginalização do sujeito se torna comum, sujeitos incompreendidos e que não se fazem compreender levados para os piores caminhos, perdendo o controle de suas vidas, deixando de ganhar subsídios para progredir e vivendo à margem – pra ver de qualé?! – E deveria ser assim?
Será que não podemos ter uma educação universalizada e digna para TODOS?
De todos os avanços que conquistamos desde o início dos tempos, de ônibus espacial à nanopartículas que curam as mais diferenciadas doenças, do melhor e mais potente computador aos mais inusitados e inteligentes robôs; será que vamos continuar negligenciando o ser, o existir, o pensar, o agir, o sentir...?
Até quando vamos suportar?
A educação tem o poder mas, não sabe se fazer útil. Os professores são a chave para o progresso mas. parece que ninguém quer abrir as portas; para que isso seja possível devemos ter os alicerces firmes, a família em união com a escola e com a sociedade, sendo essa grande influenciadora do todo que rege a formação do ser humano.
E se não for assim? Se tratarmos o sujeito como àquele predisposto a ser moldado, sujeito às ações, às circunstâncias da sociedade, às condições familiares, à banalização de sua existência, e usar tudo isso como desculpa para não agir, para não ser protagonista da própria história? Isso com certeza seria perder a essência do “ser pensante”.
O sistema pode ser reformado, e deve voltar a ter o posto que merece, de grande importância, antes que seja tarde!
Fique bastante feliz com sua análise do filme, preocupando-se com a essência do ser humano, é isso que muitas vezes fica perdido pelo caminho, seja na esocla pública ou particular.Vamos construir escolas diferentes!
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO documentário apresenta a realidade da educação no Brasil. As péssimas condições de ensino nas escolas publicas, falta de estrutura e desvalorização do professor, e as excelentes condições de ensino presentes nas escolas privadas. Da maneira como está sendo feito, é um absurdo o governo dar um diploma de ensino médio para uma pessoa que acabou de se formar em uma escola pública o que, de certa forma, está afirmando que ele tem as mesmas condições que um aluno de uma escola particular. A partir daí, quem se forma no ensino público encontra-se em uma situação em que não consegue ser competitivo a ponto de aproveitar boas oportunidades. Com isso, a decepção o leva a buscar caminhos mais "fáceis" de ganhar a vida.
ResponderExcluirComo a violência e as drogas estão bastante inseridas nesse meio, os estudantes têm livre acesso ao mundo do crime.
E por falar em violência, fiquei perplexo quando foi apresentado o caso de uma menina que esfaqueou e matou outra aluna e falou sobre isso naturalmente sem o menor arrependimento.
Outro ponto que me chamou atenção foi a diferença entre os objetivos, comportamento e até mesmo a maneira como se expressam os alunos que tiveram acesso a uma educação de qualidade e os que não tiveram as mesmas condições. Com isso, pode-se notar claramente de quem serão as melhores oportunidades.
È verdade Rodrigo! A violência invadiu o espaço escolar ao ponto de que a vida parece não ter valor nenhum. As perspectivas de vida dos diferentes estudantes também me impressionaram, se tivessem feito um filme de continuação seria mais ou menos previsivel o destino da maioria, sem dúvidas...
ResponderExcluirPenso que esse documentário é realmente muito importante para os jovens professores, é triste ver essa realidade educacional brasileira. Parece que nada se encaixa ou faz sentido nas escolas de hoje, os jovens se mostram desinteressados e os professores cada vez mais desmotivados, ambos vão seguindo suas vidas sem nenhuma perspectiva de que um dia esse cenário melhore. É preciso mudar essa mentalidade de “as coisas são como são e nada se pode fazer diante disso”. É preciso mudar sim e essa mudança deveria ser o mais rápido possível!
ResponderExcluirÉ isso mesmo Jocélia! A mudança apesar de demorada é possível e alguns passos já estão sendo dados.
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